sábado, fevereiro 26, 2005

Sobretudo...

Quando o teu rosto surgiu, escurecido sob a ténue luz do interior amórfico em que te encontravas, julguei que afinal não te conhecia de todo. Senti-te uma aparência corriqueira que não esperava e desinteressei-me da conversa circunstancial que lançaste no ambiente. Estava desiludida e contra isso nada ousaste argumentar.
Engoli-te os gestos, desculpei-te o bom humor e até tolerei duas ou três opiniões, que sabias, discordantes. No entanto e depois de todo a enumeração de defeitos descabidos com que te cruzei, a paixão que sentia aquando do timbre da voz enrodilhada que te era natural, continuava presente e provocadora à minha necessidade abrupta de te tocar o corpo e o âmago.

Não sei explicar este todo que me apoquenta, não sei entender a tolerância que demonstro perante um génio estranho e naturalmente imperfeito que me demonstras…nem sei sentir por ti algo que não seja esta miscelânea descabida. Portanto, suponho que te amo…


Rayfresh by Shiver

3 Comments:

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