quarta-feira, dezembro 15, 2004

tchau tchau

Da forma abrupta como me despachaste (“tu pressionas-me!”) deves pensar que eu sou descartável (“coitadita da pita da territa a ter ilusões com o moço famoso…”). Tu também o és, querido.
Sabes… eu penso em todas as possibilidades em relação ao carácter e possíveis acções das pessoas e ponho a fasquia das minhas expectativas muito baixa em relação a toda a gente. Tu não és excepção.
Como te hei-de dizer isto? Lembraste dos dias em que passei em tua casa no ano passado? No dia em que me foste levar ao comboio e eu parti chorosa, outra pessoa me foi buscar à estação no fim da viagem. Tal como acordei nua na tua cama, adormeci nua num carro à beira mar.
E não me venhas com ataques ridículos de orgulho ferido, não há paciência.