terça-feira, novembro 30, 2004

N acredito...

Expeli a minha raiva e a minha mágoa em choro compulsivo de paixão traída.
Quis apagar-te da minha vida, ignorar o lugar que já ocupavas…quis limpar-te do meu mundo e retroceder em tudo o que dissera entre sorrisos e esperanças aos que me eram mais próximos…e a ti.

Olhei a mesa-de-cabeceira, dirigi-me a ela, peguei o livro verdusco que lá jazia, retirei o meu lápis de carvão do seu interior e atirei o primeiro sobre a pilha de informação que guardo no cesto do fundo…

Certas coisas deixaram de ter valor!

Mas não quero que “certas palavras” fiquem sem ser ditas…Tenho plena consciência, agora que te perdi, que te amava…ou amo…não sei…mas…suponho que agora nada disso interessa…