sexta-feira, novembro 12, 2004

a m o - t e

E ele liga-me e não resisto a ir ter com ele, e apercebo-me que a minha tentativa de assassinar o que sentia não resultou, e que não queria que tivesse resultado.
“Eu amo-te e se tiveres isso sempre presente vais perceber que nada do que eu faça vai ser para te magoar.” Dizes, e toda eu sorrio. Basta sentir o teu corpo de encontro ao meu para eu perceber, e apercebo-me também que com medo que me magoasses, magoei-te eu.

“Lu… tu és uma puta, mas quero que tu sejas a minha puta.”
E sou.