terça-feira, novembro 16, 2004



Estoira nos meus ouvidos o som rítmico e aprazível de uma música comercial que toda a gente adora. Estoira na minha consciência a sensação de perfeição por aquele momento.
São duas da tarde, atravessamos a ponte 25 de Abril a 180 km hora e uma sensação de alegria primitiva invade-me…é ele que me provoca este sentimento novo e cada vez mais constante, é ele que me ensina a adorar as coisas simples que durante tanto tempo repudiei como afirmação de um status ao qual ousava ascender e (posteriormente) manter; pelo que a ele agradeço a cada vez mais aceitável e agradável paz que me invade…”Adoro-te! Adoro-te, porque me queres bem e me fazes bem!” murmuro, ele não responde, acho que não ouviu…deve ser pelo barulho que se sobrepõe ás minhas palavras, ou então…será que as proferi realmente? Não me lembro! Também…que interessa isso? Interessa sim aquilo que sinto… e isso penso que ele sente no meu olhar!