sábado, janeiro 17, 2004

Vai morrer longe, cão!

Senhores, desiluda-se quem acha que a sua existência tem algum tipo de importância na vida do alheio! Quantas vezes vamos na rua e há aquele otário que se cruza connosco, mostrando ares de gente importante e que nos olha de tal maneira como se o facto a sua presença nos afectasse? Acho que não me estou a exprimir bem...
Ok, mandaste uma queca com ele? Tudo bem, não foi apenas uma vez... foram duas... E daí? Estava necessitada, carente, sei lá! Não vou tentar explicar o inexplicável. Nem arranjar desculpas para a minha atitude.
Não é o facto de ter tido "comércio carnal" com tal figura que me agoniza - It's done... Já é passado - mas sim por este imbecil ter a pretensão de achar que isso faz dele alguém com relevância na minha vida.
Deixá-lo pensar assim? Também acho que é a melhor política...
Continuei a caminhar ao mesmo tempo que olhava as montras. Saldos a 50%! E o estupor especado no meio da rua à espera que eu o cumprimentasse. Será que tinha alguma (vã) esperança em voltar a dar uma queca comigo?... Hmmmm, ainda não lhe contaram a novidade, de certeza.