terça-feira, janeiro 06, 2004

Deitamo-nos pela cama, meio consumidos de desejos e impulsos...Senti-o desapertar-me o casaco, a minha camisa...senti-o degustar o meu peito, como um gelado, que lambeu incessantemente até sentir o mamilo arrebitar...Continuou a descobrir o seu formato redondo e cheio sem se cançar de me aprazerar tão languidamente quanto suave, ignorando os meus gemidos arrastados que exigiam: "trinca!". Continuou simultaneamente a acariciar-me a barriga e a anca com a mão macia. Continuei mergulhada em volupia até ao pescoço...Meu Deus, o cheiro era tão intenso, o toque era tão denso, a sensação era tão pouco púdica que dei comigo enebriada e hipnotizada por tamanho lascivo momento.