sábado, janeiro 31, 2004

I wanna meet the man



I've been thinking all night about this song
The music's okay but I can't find words to say

I could sing that I'm a Virgin and show my tits
Decree how sex improves the world
In which masturbation is the thing of the day
I'm afraid I haven't got that much to say


sexta-feira, janeiro 30, 2004

today's mood


foto by Christian MOHAWEGE


The Little Black Dress



Tenho um amigo que é o tipo de pessoa que julgava saído de uma comédia de Hollywood, ou então de uma novela brasileira. À primeira vista todos o respeitam. Tem um carrão topo de gama, um apartamento caríssimo, conhece as figuras mais ilustres e badaladas no nosso Jet 7, vai de férias três vezes por ano para os lugares mais exóticos, conhece Nova iorque, Londres e Paris como a palma da própria mão e como se não bastasse, ainda fala inglês com aquele que sotaque 'brittish' que me faz roer de inveja!
Este Verão, todas as sextas-feiras, encontrávamo-nos no bar do hotel e, enquanto bebericávamos toda a espécie de cocktails, discutíamos a interferência do buraco de ozono na economia de Mongólia, que é como quem diz, conversávamos acerca de tudo. Principalmente da vida f-a-b-u-l-o-s-a que eu insistia fazê-lo crer que levava.
Numa dessas conversas, contava-me ele o episódio passado num pub em Londres. Um senhor com ar de 'Sir', muito bem composto. muito bem falante, apresenta-se acompanhado por uma loira fantástica, envergando um vestido preto que congelou todo o bar... E que o viria a marcar para o resto da vida.
Passei grande parte da noite a ouvir a tese desse meu amigo acerca do poder do 'Tinny Black Dress'.
- O ar sexy que empresta ainda mais à loira que se passeia num 'convertable'.
- O ar misterioso que dá à morena de 20 e poucos anos, no funeral do marido, um octagenário multimilionário.
- O ar provocante, mas ao mesmo tempo tempo formal, da secratária ruiva que tem um caso com o patrão.
Pois é, já dizia a outra: 'Com o meu vestido preto, nunca me comprometo'... ou então, não!

quarta-feira, janeiro 28, 2004

Pernas p'ra que vos quero?


by Guillaume LE FLOCH

terça-feira, janeiro 27, 2004

será hoje

que ele me vai satisfazer o meu maior capricho, mesmo indo contra sua vontade?

segunda-feira, janeiro 26, 2004

Desabafo

Há alturas em que, por força das circunstâncias, me vejo impelida a meter-me em grandes aventuras. Há alturas em que páro por alguns minutos e reflito naquilo que, sem dar conta, vejo-me obrigada a esconder. Há alturas em que o que escondo é evidente... para mim e para o resto da Humanidade. Há alturas em que invejo o alheio, a miúdinha que conheço do café da esquina, que considera que a vida faz o maior dos sentidos lá porque vive com o papá, a mamã, o(a) mano(a), o cãozinho totó, tem um namorado patético... acampa com os papás em Agosto num parque de campismo decrépito algures no litoral... duh!
Há alturas em que me interrogo porque é que para parecermos satisfeitos, temos todos de ter as mesmas coisas. Há alturas em que gostava de ser feliz, mas de outra maneira e há alturas em que sei que o posso ser. Há alturas em que, a brincar, digo todas as verdades.
E há outras alturas em que vejo as oportunidades passar. Quando dou por mim estou de volta a casa, sentada ao fundo do autocarro a chorar copiosamente. E essa é altura em que alguém se aproxima e pergunta se está tudo bem.
Há alturas em que sonho voltar a beijar-te e há outras alturas em que o tempo pára quando estou contigo.

sábado, janeiro 24, 2004

pa' minha amiga


Lembro-me do medo que senti na altura pelos meus sentimentos. Seria uma fase adolescente , efémera como tantas outras, ou a nascente de um rio de novas sensações? O que sentir depois do que aconteceu? «Lu, estar contigo não é a mesma coisa.» Obvio que não é a mesma coisa, só poderia ser diferente. Mas eu gostei. Gostei ao ponto de questionar todos os preconceitos, todas as crenças e certezas que tinha, e eu sei que tu percebeste isso.
Não te vou pressionar mais a beijar-me. Gosto de ti como amiga e isso é o mais importante.
Mas perdi o medo pelo que possa vir a acontecer e a sentir e principalmente perdi o medo de admiti-lo a mim mesma. Só ficou o medo pela tua reacção. Espero que não mude nada entre nós.

terça-feira, janeiro 20, 2004

E agora, pela primeira vez na blogosfera portuguesa: uma verdadeira foto da Lu e da Bo!

Eat You Alive
___by Jelt & Bo
(jelt fotografo,bo webdesigner)

Não se pode ter tudo!

Tenho um fetiche estranhissimo com os braços e as costas. É algo mais forte que a própria compreensão...portanto, quando o senti rodear-me, o meu primeiro instinto foi olhá-lo, olhar em pormenor aquelas formas arredondadas, com aspecto forte...que me poderiam estilhaçar as frágeis espinhas num único e descuidado abraço mais apertado.
"Missionária" aceitei-o no meio das minhas pernas, senti-o beijar-me, acariciar-me. Libertei, então os meus tentáculos finos e delgados, como que descobrindo e gravando cada centimetro do seu formato e da sua pele. Coitado do meu querido, não é perfeito o desgraçado...oh não se pode ter tudo!

segunda-feira, janeiro 19, 2004

Há dias assim

Há dias assim... Acordo tão bem disposta, tão enérgica, que nem sei o que fazer. Foi o que aconteceu um destes dias... Quando dei por mim estava a sair cabeleireiro, onde tinha passado toda a santa tarde. E não me sentia lá muito melhor por isso.
- Ao menos estou ruiva. Fez-se a vontade da Bo - pensei.
Espero uma eternidade pelo bus que tarda em chegar.
- Transportes públicos... Odeio isto! A minha prenda de Natal não há-de continuar à porta de casa a estorvar o trânsito, porra!...
Já em casa, relaxava num banho de espuma da Estée Lauder e roía uma cenoura (combinação estranha, não?), enquanto fazia contas à vida. Acendi umas velas e queimei incenso, proporcionando a mim mesma um jantar romântico... sozinha.
E bem mais tarde, muito mais tarde, já a tv publicitava a quinquilharia da TvShop, telefonavas em completo desespero.
Visto-me de qualquer maneira, pego na pochette e nas chaves do carro e vôo a 180 Km/h pela A1. Ao chegar ao Porto, o nevoeiro cerrado quase me faz atropelar o homenzinho da recolha do lixo, que me insulta à boa moda do Norte.
Deixas a porta entreaberta. Na cozinha, a porta do congelador está aberta, também. Há saquinhos e cubos de gelo espalhados pelo chão... Na sala, uma nuvem de fumo espesso esconde-te lá ao canto. Atiro-me, suspirando, pr’a chaise longue de pele de pónei do Courbusier. Puxo de um cigarro. Não há cinzeiro, está contigo.
Falas. Falas. Falas (ou serão todas essas Vodka’s de sabores inimagináveis que falam por ti?)
Gritas. Esperneias. Pintas a manta.
Por fim, lá te cansas da tua conversa desequilibrada e histérica e arrastas-te pr’a cama.
Arejo a sala. Arrumo aquela cozinha caótica.
Quando finalmente chego à cama, já o Sol parece querer nascer.
Beijas-me embriagada e embriagando-me. Apressas-te a arrancar a tua e a minha roupa.
Houve gritos e risos... gemidos e suspiros... que nos fizeram adormecer exaustas p’la volúpia que nos consumira.
- Já é meio-dia, merda! - berrei, enquanto procurava a minha roupa.
Ao fim de alguns minutos já estava pronta e a sair de casa.
- Ligas logo? - perguntas a meio do beijo de despedida, prontamente interrompido por alguém que abre a porta do elevador, sem que nada o fizesse adivinhar. A senhora dá um «Ai Jesus!» e deixa cair os sacos das compras ao chão, aterrorizada.
Vai haver reunião extraordinária de condomínio, está-se mesmo a ver!... Não te preocupes, qualquer coisa vens pr’a minha casa - penso, enquanto vôo de regresso a Coimbra, a 180 Km/h p’la A1...

sábado, janeiro 17, 2004

Vai morrer longe, cão!

Senhores, desiluda-se quem acha que a sua existência tem algum tipo de importância na vida do alheio! Quantas vezes vamos na rua e há aquele otário que se cruza connosco, mostrando ares de gente importante e que nos olha de tal maneira como se o facto a sua presença nos afectasse? Acho que não me estou a exprimir bem...
Ok, mandaste uma queca com ele? Tudo bem, não foi apenas uma vez... foram duas... E daí? Estava necessitada, carente, sei lá! Não vou tentar explicar o inexplicável. Nem arranjar desculpas para a minha atitude.
Não é o facto de ter tido "comércio carnal" com tal figura que me agoniza - It's done... Já é passado - mas sim por este imbecil ter a pretensão de achar que isso faz dele alguém com relevância na minha vida.
Deixá-lo pensar assim? Também acho que é a melhor política...
Continuei a caminhar ao mesmo tempo que olhava as montras. Saldos a 50%! E o estupor especado no meio da rua à espera que eu o cumprimentasse. Será que tinha alguma (vã) esperança em voltar a dar uma queca comigo?... Hmmmm, ainda não lhe contaram a novidade, de certeza.

sexta-feira, janeiro 16, 2004

Uma inspiração para o fim de semana

Lembro-me do seu vai/vem dentro do meu corpo, do seu ritmo...leve, lento, lascivo...lutando contra a sua própria necessidade...E, tremia, tremia sobre os seus próprios braços, controlando os impulsos, digamos, mais profundos, enquanto repetia: "vamos experimentar uma coisa mais...demorada!!!"...Puxei-o e disse-lhe num sussurro: "és doido!": Por favor, eu queria é que ele o enterrasse todo dentro de mim, mais rápido, mais intenso, mais profundo...mais!!! MAIS!!! Ai...

quinta-feira, janeiro 15, 2004

TPM ou não TPM?



TPM (tensão pré-menstrual para os menos informados) é uma cena que acontece quando as hormonas andam à toa e nós, mulheres, ficamos desorientadas.
Pessoalmente é quando eu provoco discussões, estoiro com os nervos de toda a gente e depois choro porque ninguém me apoia, «estão todos contra mim!»; ou então calo-me e se não fizerem ou disserem o que estou à espera choro, porque ninguém me compreende. Esta situação acontece, claro está, sem que eu me aperceba do meu próprio comportamento. Parece ridículo?
Não, não é um sintoma da adolescência e não, não sou um fenómeno aberrante. Vinda de uma família de mulheres, já o pude observar e comprovar em diferentes idades e personalidades, o que me levou desde cedo a levantar a questão: se estou desmoralizada ou com as emoções descontroladas, terei razão para o estar ou estarei com TPM? Normalmente, passado um, dois dias, comprovo que é TPM.
Parece infundadamente generalista mas é a realidade meus caros, pelo que peço a todos os queridos para darem um descontozito às raparigas p’las variações de humor. Tipo... Se elas ora estão um doce, ora estão umas cabras histéricas, a culpa não é delas... é das hormonas.


foto by Jean-Yves Le Squeren

terça-feira, janeiro 13, 2004

O Sexo... dos Anjos

Acreditem se quiserem, mas este hábito decrépito de se querer, a toda a força, distinguir o que é Sexo e o que é Amor, nauseia-me!
A velha conversa de café entre amigas de 16, 17, 18 anos (mais velhas ou mesmo mais novas, porque não) que discutem o que já fizeram, o que não fizeram e o que hão ainda fazer... Há sempre uma pseudo-púdica que diz que nunca na vida há-de ter sexo sem que exista envolvimento emocional, sem que ame a pessoa, blá blá blá... TRETAS!
Senão vejamos... Não será tudo a mesma coisa? O acto não será o mesmo? O que muda, então?
Muda, com certeza, a pessoa. Apenas e só isso!
Sexo, é sexo... No mundo animal chamam-lhe cópula e não deixa de estar correcto. É mesmo disso que se trata. O acto mais irracional do animal (dito) racional que somos nós. O acto reprodutivo na sua essência, ao qual quando praticado por mero passatempo há quem dê o nome de "foda"!
Acabem, por favor, com esses pontos de vista lamexas que, à luz da nossa sociedade, já nada trazem de novo e que, no fundo, só sao ditos da boca p'ra fora... Não serão um pouco retrógrados?
Quando a nossa amiga pseudo-púdica se der conta, de facto, do conteúdo das suas declarações (algum tempo mais tarde, quando lhe passar a fase da inocência estúpida e do romantismo barato) acreditem, amigos, vai dar uma gargalhada. E vai fazer de conta, à frente dos outros, claro, que continua a pensar do mesmo modo - afinal, fica sempre bem dar aquele ar de menina de colégio que lê romances pindéricos comprados no quiosque da esquina, que sonha com o seu príncipe encantado com o qual deseja casar e ter um casalinho de rebentos.
E agora, podia fazer aqui uma longa dissertação acerca do que acho do sexo, do que os outros acham que eu acho e do que eu acho que eles devem achar... Mas não tenho paciência porque, e isto é mesmo verdade, perco-a a tentar explicar a terceiros como as suas maneiras de pensar roçam seriamente os limites do patético! E quanto mais penso... mais farta deste assunto fico...

Dêem-me a mulher da minha vida e eu prometo que me passa o mau feitio! LOL

História de uma f*da!

O gajo conhece a gaja. O gajo f*de a gaja. O gajo "caga" na gaja. A gaja olha pró calendario. O gajo manda a gaja pró c*ralho. A gaja olha pró calendário. O gajo manda a gaja pró c*ralho. A gaja apaga o nr do gajo(depois de o guardar numa agenda). O gajo anda na vida dele. A gaja olha pró calendario. O gajo come flocos ao pequeno almoço( começa uma dieta a kellogs). A gaja implora pelo periodo. O gajo continua a comer kellogs especial k porque acha que a nova linha agradará á desportista gaja II...
O gajo fode a gaja II. A gaja I diz ao gajo que esta gravida. O gajo f*de a gaja II. A gaja I insiste, em gritos; que está grávida. O gajo manda um tiro nos cornos da gaja I e continua a sua f*da na gaja III!

Ps»O nr de gajas começou a ser contabilizado apenas depois do primeiro caso relevante, logo a gerencia não se responsabiliza por alteração no verdadeiro nr de gajas k o gajo k tinha comido até então!

fim-de-semana


Laurent MAROIS

sexta-feira, janeiro 09, 2004

Somewhere over the Rainbow



If happy little blue birds fly
Beyond the rainbow
Why, oh why, can't I?...

quinta-feira, janeiro 08, 2004

E o valete de espadas que preste vassalagem à dama de copas...

Aqueles olhos que reluzem de tão verdes, contam-me trivialidades do dia-a-dia com o ar provocador de quem faz uma proposta indecente.
Atiras todo o peso do corpo para cima da tua cama, que se defende rangendo timidamente. E aí ficas... Persegues-me com o olhar como quem faz perguntas que não ouço e, também sem ouvires, te vou respondendo.
Convidas-me a juntar-me a ti... És engraçada! Quando te esforças para parecer inocente e dizer essas coisas com um ar desinteressado é, exactamente, quando menos o consegues!
O coração quer-me fugir do peito de tanta ansiedade!
Agora digo coisas vagas e sem sentido. «Não me vou comprometer» - penso.
PÁRA!!! Porque me olhas dessa maneira?! Provocas e alicias, mas depois negas-te e escondes-te! Para ti tudo é um jogo...
... e continuas a agir como se não fosse nada contigo... «o valete de espadas que preste vassalagem à dama de copas» - pensas.

A serra da Arrábida


Parámos o carro e saímos. Senti o vento frio a percorrer-me a pele descoberta nas pernas e no decote. Encostada à beira do muro e vi a serra estranhamente colorida em tons de cinza contrastante com o mar azul vivo, metalizado e escuro. A lua estava lá em cima, alva e enorme.
Chegamo-nos ao carro e encostei-me ao capôt estonteada pela paisagem e pela alegria de estar ali. Beijamo-nos demorada e sofregamente. - Arriscamos? - Sorrio e respondo - Sim!
Lembro-me do prazer, da pele arrepiada p’lo vento, do seu rosto pouco iluminado em contraluz com a enorme quantidade de estrelas …
- Onde estão as câmaras?
- O quê?
- Sim, instalaram por aqui câmaras, por causa dos assaltos, ou assim.
- ‘tas a gozar.
- Não, a sério!
Que se lixe, pensei de caminho ao carro. Teoricamente não estava ali e de facto não tinha aquelas roupas, quase todas emprestadas da Bo. «Podem aparecer daqui a uns meses as fotos na net que não sou eu. Há montes de gente parecida.
Já no carro encosto-me a ele e falámos languidamente. Quatro minutos depois passa a GNR.

quarta-feira, janeiro 07, 2004

Longe da vista, longe do coração

Conversas: Bo e Lu aos 13 anos

Bo: Olha lá, tu confias no preservativo?
Lu: ya. Tipo... acho que é 98% eficaz, se não confias nele confias em quê?
Bo: hum... não sei. acho que deviamos tomar a pilula. Mas a pilula também engorda...
Lu: então, começas a fumar!
Bo: E depois gasto tanto dinheiro em tabaco que fico deprimida e começo a comer!!

terça-feira, janeiro 06, 2004

Deitamo-nos pela cama, meio consumidos de desejos e impulsos...Senti-o desapertar-me o casaco, a minha camisa...senti-o degustar o meu peito, como um gelado, que lambeu incessantemente até sentir o mamilo arrebitar...Continuou a descobrir o seu formato redondo e cheio sem se cançar de me aprazerar tão languidamente quanto suave, ignorando os meus gemidos arrastados que exigiam: "trinca!". Continuou simultaneamente a acariciar-me a barriga e a anca com a mão macia. Continuei mergulhada em volupia até ao pescoço...Meu Deus, o cheiro era tão intenso, o toque era tão denso, a sensação era tão pouco púdica que dei comigo enebriada e hipnotizada por tamanho lascivo momento.



segunda-feira, janeiro 05, 2004

Eu não sou frágil....ou...bem...talvez seja...mas só um bocadinho...

Apeteceu-me manter a minha pose arrogante e snob perante aquele cheiro a mofo e aquela alcatifa encardida de nódoas...Mesmo assim, engoli o meu orgulho, sorri e aceitei a cama rodada, por onde tantos corpos antes passaram....Não percebes?Queria estar contigo, queria sentir-te no meu corpo, mesmo que tal significasse engolir o orgulho e deitar-me na cama rodada por onde tantos corpos antes passaram...Agora acusas-me de te ter enganado, acusas-me de não ser como me pintei...Por favor!É ridiculo...E pensava eu que gostava de mim pelo misto que sou e não pelo estereótipo que imaginaste!!!


levitar


Gavin O'Neil