sexta-feira, novembro 07, 2003

Post com dedicatoria

Despi aquela roupa tristonha em frente ao espelho panorâmico, “Meu Deus, como é que fui capaz de sair de casa assim?”...Vi-me despida, em tons rosados pálidos, vi o meu peito arrebitado e pequeno (quase infantil), vi as minhas cuecas simples brancas, vi o meu cabelo liso e loiro, vi as minhas ancas largas e carnudas, vi-me toda...vi o meu peito de novo! Senti-me obcecada com ele e com a sua forma...Rodeei o mamilo com o indicador até este ficar duro e empertigado...fechei os olhos enquanto continuava a acariciar os meus próprios seios e ...senti! Senti-me de novo naquele sitio escuro, sentada em cima dele, com o braço no seu pescoço em jeitos de carinho, e com a face atirada atrás enquanto desfrutava do prazer provocado pelo vai vem da sua língua na minha pele fina e cálida da mama...
Soltei um suspiro, tremi, abri os olhos e fixei os seus em jeitos de desafio (Que bonitos olhos). “Para” – disse-lhe!...Ele não ouviu...